“Acho que ainda é cedo para avaliação. Uma análise mais segura só a partir de quatro de abril”, disse Marconi, referindo-se ao fim do prazo para Iris se desincompatibilizar da Prefeitura, caso queira entrar na disputa.
A declaração foi dada ontem em visita ao Hospital das Clínicas (HC), onde Marconi recebeu reivindicações de verba para terminar o Hospital Escola que está sendo construído pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Marconi estava acompanhado de seu primeiro suplente no Senado, Cyro Miranda, do deputado federal Luiz Bittencourt (PMDB) e outros.
Ficou acertado que a UFG fará uma campanha pela conclusão do Hospital Escola. Marconi se comprometeu a ajudar na captação de recursos junto a empresários.
Chapa
Ao sair do HC, Marconi reuniu-se no Castro´s Hotel com deputados estaduais e federais e vereadores aliados. A reportagem apurou que o empresário Júnior do Friboi e os deputados federais Jovair Arantes (PTB) e Luiz Bittencourt estavam presentes.
Segundo Marconi, o encontro serviria para “iniciar as discussões sobre as chapas” para o pleito de outubro, “que serão fechadas em maio”. Na semana passada, depois de tucanos defenderem a candidatura de Júnior do Friboi ao Senado, Marconi precisou por panos quentes no descontentamento provocado nos senadores Demóstenes Torres (DEM) e Lúcia Vânia (PSDB) – os dois querem disputar a reeleição. “Conversei com a Lúcia e senti a senadora muito tranquila. Conversei também com Demóstenes e o tranquilizei”, afirmou o tucano.
Entre aliados mais próximos de Marconi, a aposta é de que as duas vagas para o Senado serão de Júnior e Demóstenes. “A Lúcia se afastou e Júnior está cada vez mais integrado com o PSDB”, avalia um tucano.
Marconi está atuando ainda para fortalecer sua bancada na Assembleia, mas destacou que as posturas mais radicais na Casa contra o governador Alcides Rodrigues (PP) estão sendo provocadas pela perseguição do governo. “Há deputados como Jardel Sebba e Daniel Goulart que se sentem incomodados com a perseguição que sofrem atualmente.”